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sábado, 18 de janeiro de 2014

O mais charmoso?

E neste sábado começa o Campeonato Carioca. Pelo fim de ano em 2013, Botafogo e Flamengo poderiam ser considerados os favoritos. No entanto, ambos devem priorizar a Libertadores. Assim, Fluminense e Vasco seriam as principais forças, acredito. Por terem maior investimento, Boavista, Resende e Volta Redonda são os times considerados pequenos que mais têm chances de aprontar, as famosas zebras.

Com formato remodelado, o Cariocão será disputado em um turno único, com 16 times. Todos os clubes irão se enfrentar e os quatro primeiros colocados avançam às semifinais, em jogos de ida e volta. A "grande" final será nos dias 05 e 13 de abril, no Maracanã.

Por tempos o campeonato carioca não é o mais charmoso do Brasil, mas como diz um amigo meu, pra quem não tem nada, metade é dobro. Lembrando que serve para entrosar o time. Ainda mais aqueles clubes que contrataram bem.

Então vamos curtir essa competição, por mais que não chame tanta nossa atenção. Vamos torcer, até porque, quando não se ganha nada durante o ano, o Carioca vale muito.

David Tavares.

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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Virada de mesa


Partida ficou paralisada por 73 minutos
Não existe limites para vergonha, ou para o pior. A diretoria do Vasco da Gama deve pedir nesta terça-feira, no STJD, a anulação da partida  contra o Atlético PR, onde foi derrotado, e que culminou no rebaixamento do clube para a Série B.

Nada poderia ser menor que isso. A exemplo do Fluminense, que em 2000 saiu da série C direto para a A, dirigentes vascaínos se escoram no artigo 21 do regulamento da CBF, que fala em 30 minutos de pausa e mais 30 de acréscimo, para tentar anular a partida e esconder a vergonha feita em 2013.

Não critico quem apoia tal feito. Mas mudar um resultado após o fim da partida não pode ser uma situação normal. Até porque, o time concordou entrar em campo novamente. Os argumentos de pressão para jogar não podem ser levados a sério.

Não sei se é “virar a mesa”, mas sei que fere a moral do torcedor. É uma atitude desesperadora, sem precedentes. Caiu, joga.

A série B passa rápido, mas a mancha permanece pra sempre.

O Vasco, no mínimo, merece respeito.

Abs.,
David Tavares.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Bom senso: As faces da moeda



É muito bacana ver a atitude do BOM SENSO F.C. e as estratégias usadas para confrontar a Cbf e lutar pelo que entendem como um futebol melhor. Foi legal demais ver o início e agora, aos poucos, os resultados estão aparecendo. A Cbf já deu sugestões e mostrou que está avaliando cada situação. Protestos só funcionam com claras reivindicações e lideres. Caso contrário ele se perde no meio do nada.

Alex, Juninho, Seedorf.. Esses são nomes carimbados. Muitos outros estão atuando ativamente, mas nos bastidores. Ajuda.

Rodada após rodada os protestos estão acontecendo. Ajoelhados, sentados, batendo bola por alguns minutos, não importa! Está sendo feito. Estão atingindo alguém? Claro. Tanto que algumas respostas estão sendo dadas.

Tenho vergonha dos clubes. Omissos, covardes. Verdadeiros culpados por todos os erros da Cbf, já que sua diretoria é reeleita por vocês há anos. Aceitam tudo que lhes é imposto. É conivente com tudo o que acontece.

Podem exigir da CBF com os protestos, mas devemos saber que ela não toma nenhuma decisão sozinha. E que no caso, os clubes que, cruelmente, pisoteiam o nosso futebol. Não adianta esconder isso.

Os protestos devem ser direcionados a quem realmente tem culpa.

O outro lado

É muito bom ver os trabalhadores lutando por melhores condições de trabalho. Têm direitos. No caso dos jogadores, a maior luta é contra a enorme quantidade de jogos no campeonato. É legítimo.

Na próxima rodada, por exemplo, existiu a ameaça de parar o campeonato por conta dos quatro meses de “salários” atrasados no Náutico. Paralisação imediata. Legal, mas com ressalvas. Os líderes do Bom Senso F.C. recebem uma média de 200 mil reais/mês. No Náutico, três mil reais/mês.

Fazer greve ganhando números como esses, é um pouco mais fácil do que quem ganha menos. Os jogadores do Náutico, não têm saída, e nem mercado, para caso o clube tome bronca, dispense-os. Os medalhões, sim.

Salário atrasado não é novidade no Brasil. Mas porque contratar um jogador com cifras milionárias, se depois não terão condições de pagar? Incoerência.

Aos jogadores, seria bom pensar em um “Fair Play” financeiro, não? Jogadores inflacionados pelos nossos "queridos" cartolas, com salários astronômicos, e multas rescisórias milionárias. Deveriam pensar nisso.

Querem melhores condições, mas não abrem mão de 50 reais num salário de 500 mil. Todos têm o direito de lutar, buscar melhorias, mas também devem ter coerência na hora de cobrar.

Saber que parte disso é culpa dos clubes, cartolas e seus próprios empresários.

Abs.,
David Tavares

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Uma matemática sem resultado


Após mais uma rodada do fraco Campeonato Brasileiro, vendo os cálculos dos matemáticos para a disputa de uma vaga na Libertadores e a briga para fugir do tão temido rebaixamento, foi possível pra perceber que, definitivamente, matemática e futebol não combinam e não podem ser colocados no mesmo saco.


Vejamos: o Fluminense tem 33% de chance de ser rebaixado e o Vasco 67%. Só que o Tricolor joga com o Atlético-MG e Bahia, que ainda correr risco de cair. Já o Vasco tem pela frente um Náutico (já rebaixado) e um Atlético-PR, que está "louco" para ver o Coritiba de novo na série B.

É claro que a situação do Fluminense, na lógica do futebol, é pior que a do Vasco, mas a “matemática" diz o contrário.

Já na briga pela libertadores, a coisa é diferente. A rodada foi ótima para o Atlético-PR, pois goleou o Náutico por 6 a 1 e levou o time aos 61 pontos, na vice-liderança e com 93% de chances de disputar a competição.

Menos mal para o Botafogo, que diminuiu a diferença na tabela para o Goiás e agora tem 49% de chances de abocanhar uma vaga após empatar no Morumbi com o São Paulo. Na próxima rodada, o alvinegro encara o Coritiba, fora de casa, enquanto o esmeraldino faz duelo direto contra o Grêmio, em Porto Alegre.

Portanto, se o Botafogo vencer o Coxa, que briga pra não cair, ocupa o lugar de um dos dois, Grêmio ou Goiás. Oportunidade clara, mas a “matemática”, mais uma vez, diz que não dá.

Futebol é vida ou morte, é lutar ou definhar na mão do “inimigo”. A hora essa. Se não fez, lamente e vá para o ano que vem com mais vontade. Se ainda dá, continue até o final.

Faltam duas rodadas, “matar” ou falecer. A matemática é bem legal e útil quando se trata de esporte.

E esporte é: Vôlei, basquete, hóquei...

Futebol é outra coisa.

David Tavares

domingo, 3 de novembro de 2013

É o destino!


No Fla-Flu mais “pobre” dos últimos anos, o Flamengo, com um placar magro de 1 a 0,  venceu o Fluminense, se livrou do rebaixamento, e mais que isso, empurrou o tricolor pra perto do Z4. O Maracanã sofreu, mas assistiu um gol de Gum/Hernane no final, que pareceu ser coisa do destino.



Um dia antes, no sábado, depois de quatro jogos sem vitória, a última delas exatamente contra o Fluminense, o Vasco venceu o Coritiba por 2 a 1, e chegou aos mesmos 36 pontos que  time de Luxemburgo. Ah, o destino..

O destino, destino, destino..

Essa palavra, que um dia usada no mosaico, agora ecoa na cabeça dos tricolores.

Vasco e Fluminense, novamente, colocados lado a lado.

Agora, o destino mira o Flu intensamente. E o pior, é apontado como a única chance de salvação Cruzmaltina.

O mesmo clube que um dia estendeu as mãos, tirando da Série C direto para a A, que vale lembrar, não mostrou segundos de agradecimento, hoje quer a “cabeça” tricolor.

A mesma mão que os ajudou,  os puxará  pra baixo.

Não dá par lutar contra o destino. A injustiça deve ser reparada.

O Vasco não deve. O Flu, sim.

Desculpem-me, mas paguem a série B.

É apenas o destino!

Abs.,
David Tavares

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Não aprendeu nada.


Não posso afirmar que o Vasco da Gama vai cair pra série B. Mas posso dizer que "provavelmente" cairá. Não pela tabela difícil, ou por qualquer outra coisa parecida. Mas sim, por não enxergar força de reação nesse elenco.

Neste momento, jogos que teoricamente seriam fáceis, parecem impossíveis. A bola não entra, jogador se machuca, o técnico não arrisca. Anão vira GIGANTE. Tudo é mais difícil.

Faltam 9 partidas para o fim do campeonato, 27 pontos em jogo. Levando em conta a proximidade dos times na tabela, poderíamos ver o Vasco na série A ano que vem.

Mas onde está a força pra ressurgir? Pouco se vê. Milagre assim, só assisti em 2009, com o Fluminense. Foi exceção.

Em 2009, a série B foi dolorida para o torcedor, era hora de recomeçar. 2014 se aproxima, o Vasco não aprendeu nada com isso e vai voltando para o mesmo lugar, infelizmente.

Quem paga é a torcida. Chora e sofre junto, mesmo sem merecer.

Mas é assim, o sentimento não pode parar.

Abs.,
David Tavares

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Foi preciso entender.



Demorou, mas entenderam. O time entendeu, Dorival entendeu, a torcida entendeu. É hora de salvar o clube, não de cobrar. Incentivar, buscar e abraçar. Isso que o time precisa.

O Vasco penou na zona de rebaixamento por 3 ou 4 rodadas, uma pressão indescritível, até para um time desse porte, mesmo já tendo passado por isso um dia.

Nessa rodada, tudo contribuiu. O São Paulo perdeu, o Náutico venceu, e melhor que isso, o Vasco fez sua parte, venceu o Internacional por 3 a 1, e se continuar fazendo, escapa do pesadelo da série B.

Ganhar o Inter era completamente possível, pelo momento do time gaúcho.  Mas também quase impossível, pelo momento cruz-maltino.

Um time sem padrão tático, sem vontade, sem raça, sem graça. Os jogadores e a torcida pareciam não ter a dimensão do que é cair para segunda divisão duas vezes em apenas cinco anos.

A vitória de hoje pode significar a arrancada para longe dessa situação, ou não. O Vasco depende apenas de si. São 8 jogos em “casa”, contando com os clássicos.

Se estavam há sete jogos sem vencer, agora estão dois sem perder. Dá para acreditar em dias melhores.

O time não se tornou melhor, mas a vontade foi maior. Isso foi nítido.

Lutaram como se devia, jogaram até o que não daria.

Venceram e venceram bem.

Parece que entenderam.

Abs,
David Tavares.

domingo, 15 de setembro de 2013

Não tem culpa!


Errar é humano, repetir o erro é burrice. Mais uma vez, o goleiro Diogo Silva falha e piora a situação do Vasco no campeonato brasileiro. Dessa vez, foi contra o São Paulo.

O Vasco paga por não ter elenco, ainda mais por não ter goleiro. Perdeu o jogo de hoje por não ter qualidade alguma. Salve, Juninho.

Erraram, erraram feio, erraram muito.

Diogo Silva, um jogador que a poucos meses atrás era terceira opção e de repente, tornou-se titular.  Isso não existe nem em time amador, apesar de o Vasco parecer um.

Erros em sequência, saídas sem o mínimo de segurança e afobação fora do normal. Hoje não foi o primeiro e ao que tudo indica, não será o último.   

Respeito o Germano demais, é ídolo, mas ele não pode apoiar uma decisão como essa, que claramente não deu certo, pelo menos por enquanto. O mais leigo dos torcedores seria capaz de perceber o despreparo do Diogo. É nítido.

Mesmo não aparentando, devido a performances pífias dentro do campeonato, o Vasco é grande, não merece isso. Uma decisão assim compromete.

A culpa não é do Diogo, mas sim de quem o colocou ali.

O Vasco está onde está por decisões erradas.

Dessa vez, comprometeu.

Abs.,
David Tavares.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Um Vasco de surpresas.


Alguém pode me explicar o que é o Vasco da Gama? Sinceramente, ainda não sei. Quando criamos esperanças, decepciona. Quando não, surpreende.

É bem verdade que Náutico “está no buraco”, vai cair, é “gato morto”. Mas o Vasco ir até lá e construir um placar de 3 a 0 em plena Arena Pernambuco? Achei demais. Não que o CLUBE DE REGATAS VASCO DA GAMA não possa, mas o time de 2013 não poderia, surpresa.

Estranhamente o Vasco só joga bem fora de CASA. São Januário, não é de hoje, não inspira muita confiança no torcedor, apesar de ser considerado um caldeirão. A pressão da torcida parece atrapalhar ao invés de ajudar e os hóspedes, geralmente, saem sorrindo.

No jogo de hoje, um primeiro tempo bem sério, mas burocrático, não forçou. No segundo, bastou desejar um pouquinho mais e colocar Juninho em campo para deslanchar na partida.

Willie, outra boa surpresa. Como um prato de comida, agarrou a chance e ao que parece, será difícil abandoná-la. Marlone e Dakson acompanham o ritmo. Molecada corre, se doa, briga e mostra o que a maioria parece não entender . Ali está a vida deles.

Com 23 pontos, o Vasco chegou a décima colocação de um campeonato que é marcado pela irregularidade.

Domingo tem jogo contra o embalado Atlético PR em CASA, na presença da torcida vascaína, que prometeu grande público.

Pressão total em São Januário.

E sem surpresas, é claro.

Abs.,
David Tavares